Fonte: arquivo pessoal
Entrevistamos a
Relações-Públicas Karen Assami da Costa que se formou na Faculdade Cásper
Líbero. Há mais de 5 anos, atua na área de marketing da Federação Paulista de Artes Marciais Seiwakai.
Com muita simpatia e disposição, nos contou um pouco de sua trajetória
profissional e deu alguns conselhos para os futuros RPs.
Quais
fatores foram decisivos para sua escolha do curso de Relações Públicas?
Na verdade, eu não estagiei. Eu já trabalhava na empresa da minha família, então tudo o que eu aprendia na faculdade, eu sempre procurei aplicar no dia a dia de trabalho. Desta forma, pude ter certeza, na prática, de que eu estava no caminho certo.
Eu sempre pensei que, mais
do que um bom salário, eu teria que escolher uma profissão na qual eu tivesse
prazer. Como eu amo me comunicar, escrever, trabalhar e interagir com pessoas,
procurei algo que se enquadrasse nesses pré-requisitos. As Relações Públicas, a
princípio, eram desconhecidas para mim, até que a minha professora de gramática
da escola, ao ler um artigo sobre a profissão, pensou que eu me interessaria e
o trouxe para que eu lesse. Desde esse dia, passei a pesquisar sobre o assunto
e, dado o extenso leque de áreas que as Relações Públicas atuam, eu me
apaixonei e decidi escolhê-la como profissão.
Ficou contente com a grade
curricular da faculdade em que se formou? Quais foram as matérias em que você
mais se identificava?
Achei a grade curricular
bem completa e capaz de me dar todo o suporte teórico que eu precisava. Dentre
as matérias que eu me identifiquei estão marketing, assessoria de imprensa,
eventos e comunicação institucional.
Você
manteve contato com seus colegas de classe e professores? Como eles te
acrescentaram?
Em relação aos colegas,
duas das minhas amigas de escola cursaram Relações Públicas comigo, estivemos
juntas em todos os trabalhos e mantemos contato até hoje. Com os demais, o meu
contato é pouco. Quanto aos professores, de vez em quando nos falamos, sim.
Alguns deles, em especial a minha orientadora, eu tenho muito carinho e
gratidão, pois além de mestres, se tornaram amigos queridos.
Quando iniciou seu
primeiro estágio? Ele te ajudou a ter certeza que estava na área certa?
Na verdade, eu não estagiei. Eu já trabalhava na empresa da minha família, então tudo o que eu aprendia na faculdade, eu sempre procurei aplicar no dia a dia de trabalho. Desta forma, pude ter certeza, na prática, de que eu estava no caminho certo.
Você está há mais de 5
anos na mesma organização. O que te fez manter tal estabilidade?
Como disse anteriormente,
eu trabalho na empresa da minha família, mesmo antes de entrar para a
faculdade. Até pensei em procurar outros lugares pra trabalhar, mas, depois de
formada, meu pai me deu liberdade para reestruturar a área de comunicação, bem
como a administração. Esses fatores, portanto, me fizeram permanecer e querer
trabalhar para que a empresa do meu pai, que futuramente será minha e do meu
irmão, cresça cada vez mais.
Quais conselhos você daria aos estudantes de RP, tanto durante
a graduação, quanto no início da nossa carreira?
Eu penso que a teoria é
tão importante quanto a prática, e vice e versa. Por isso, eu diria para os
estudantes de RP se atentarem a tudo o que for dito em sala de aula,
principalmente, aos cases que os professores costumam apresentar de
experiências que eles mesmos passaram, no decorrer de suas carreiras. Além
disso, acho fundamental o estágio, para que possam vivenciar experiências que
só o mercado de trabalho pode oferecer.
Ainda, peço que leiam
bastante e estudem a língua portuguesa, pois não tem nada mais feio e
constrangedor para um profissional de comunicação, como um RP, que não saber falar
ou escrever corretamente.

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