Fonte: scontent-b-mia
Em toda empresa sempre tem aquele funcionário
que é o ponto fora da curva: faz tudo de forma diferente, do seu jeito e
deixando de lado as regras. Um verdadeiro contestador. Esses “rebeldes” do
mundo corporativo acabam de ganhar mais uma batalha. Em junho de 2014 a
Universidade Harvard publicou uma pesquisa dizendo que uma dose de rebeldia
pode ajudar na carreira. Você sabia?
Coisas simples como usar roupas informais ao
invés de seguir o padrão de vestimenta, desobediência às regras de etiqueta em
geral: a rebeldia moderada é um gesto intencional.
Segundo o estudo, pessoas competentes
desenvolvem com o tempo uma “moral”, podendo ter atitudes transgressoras sem
receber julgamentos negativos. Essa atitude reforça a imagem de autonomia que
geralmente esses funcionários já conquistaram. São considerados visionários,
quebram as regras, são comunicativos e carismáticos e, além disso, costumam se
destacar em departamentos de criação, inovação e vendas.
A maioria dos “rebeldes” corporativos é de
pensadores do futuro, como diz o estudo, porém, isso não determina que
pensadores do “passado” ou do “presente” também não quebrem regras. Ter
atitudes diferentes ajuda a se destacar na empresa, mas se a ação não tiver
finalidades que colaborarem para a equipe atingir seus resultados, ou para mudanças
construtivas, o efeito pode ser negativo.
Essas atitudes devem seguir o sentido das
oportunidades, pois é neste aspecto que se distingue o bom do mau subordinado.
Se a rebeldia for pertinente, ela é aconselhável. E aí, ser ou não ser o ponto
fora da curva?

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