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O século XXI trouxe para a profissão de relações públicas – ou, abreviadamente, RP – o reconhecimento de sua importância, ainda que tardiamente. Os diferentes setores da sociedade com os quais esse profissional se comunica – acionistas, mídia, comunidades, governos, consumidores – influenciam cada vez mais a vida das empresas. E o RP é, em última análise, o responsável pela imagem externa que as pessoas têm das organizações. É ele quem zela por valores como credibilidade e reputação. Este profissional pode ser descrito como uma espécie de estrategista da comunicação.
Em seu cotidiano profissional, o relações públicas busca construir elos harmônicos e duradouros entre as organizações e seus públicos, fazendo a ponte entre eles. Ele ajuda a decidir quando e como fazer ações de comunicação. Por isso, tem de conhecer muito bem a empresa em que trabalha e atuar em conjunto com a diretoria. O formado em Relações Públicas deve ser capaz de assumir responsabilidades diversas. Precisa saber, por exemplo, administrar o relacionamento das organizações públicas, privadas ou do terceiro setor, por meio de estratégias de comunicação e da elaboração de diagnósticos, prognósticos e políticas adequadas.
A lista de atribuições de um RP é extensa. Ele deve ter competências profissionais, sociais e intelectuais para desenvolver atividades de criação, produção, distribuição, recepção e análise crítica das mídias e de suas inserções culturais, políticas e econômicas. Precisa conhecer as demandas sociais e ser capaz de se adequar à complexidade e à velocidade do mundo atual.
Necessita, ainda, ter uma visão integradora e genérica, especialização em seu campo de trabalho e habilidade de saber utilizar criticamente o instrumental teórico e prático oferecido no curso.
O mercado de trabalho está em expansão e há boas oportunidades de emprego. As melhores chances aparecem nas capitais e nas grandes cidades industrializadas do Interior. Fora dessas regiões, embora já percebam a importância de ter um relações públicas por perto, as empresas ainda não se mostram dispostas a arcar com o custo de mantê-lo em seus quadros.
Foto: blog.maisestudos
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