segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Mudança em escolas públicas 59% dos paulistanos reprovam remanejamento de alunos no Estado

A grande parte dos paulistanos desaprovam as mudanças nas organizações das escolas públicas estaduais, anunciada pelo governador Geraldo Alckmin.
59% dos entrevistados são contra as mudanças na rede, já 28% são a favor, 3% são indiferentes, e 9% nao souberam opinar. Alguns entrevistados estão pessimistas com essa nova mudança e acreditam que trará mais prejuizo do que benefício para os estudantes.
Outros 27% acreditam que as ações serão boas aos alunos das escolas públicas, 2% disseram que vai haver prejuízos e benefícios, na mesma medida, e 9% não souberam opinar. O levantamento ouviu 1.092 pessoas na cidade de São Paulo entre os dias 28 e 29 de outubro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Já na semana passada, o governo tucano anunciou que vai desativar 94 escolas no Estado em 2016, durante a reorganização de ciclos de ensino, cada unidade terá apenas um dos períodos. A medida gerou uma série de protestos de pais, alunos e professores. A reorganização fará com que 311 mil alunos sejam transferidos de colégio em 2016. Para abaixar os impactos para os alunos, Alckmin havia afirmado que a nova unidade estaria, no máximo, 1,5 km distante da atual escola.
Segundo a gestão Alckmin, o objetivo da mudança é que a maioria das escolas ofereça classes de apenas um dos três ciclos do ensino básico –anos iniciais (1º ao 5º) e finais (6º ao 9º) do ensino fundamental e ensino médio. Hoje, um terço dos colégios estaduais funciona assim.
O governo promete que os alunos serão transferidos a escolas próximas, a não mais que 1,5 km de distância. No entanto, já há um caso na zona norte da capital em que estudantes precisarão percorrer 2,5 km a pé ou 3,3 km de carro.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Gostou? Não gostou? Então deixe aqui seu comentário! =)