Fungindo um pouco à área, mas não de assuntos pertinentes à todos, viemos lembrar sobre as eleições. Afinal elas já estão ai, certo? Daqui a pouquinho teremos que escolher nossos representantes.
Como base, pegamos algumas referências do que rolou no debate dos oito candidatos à prefeitura de São Paulo, na segunda-feira, na Gazeta.
O debate foi dividido em cinco blocos, sendo que em quatro deles, os candidatos fizeram perguntas entre si e no último houveram as considerações finais. Como todo programa deste tipo, foi repleto de provocações e questionamentos incisivos.
Quem começou com as perguntas foi José Serra (PSDB), sobre transporte público, para Paulinho da Força (PDT), que defende isenções fiscais para atrair empresas para a periferia como forma de melhorar o trânsito. Como réplica, Serra defende investimentos que estão sendo feitos no monotrilho e em corredores de ônibus, como justificativa disto "economizar o tempo das pessoas".
Depois, já aquecendo o programa, Paulinho pergunta a Celso Russomano (PRB), porque ele votou "contra os trabalhadores quando era deputado federal" e este replica dizendo "Nunca votei contra [os trabalhadores], trabalho em defesa do cidadão. Não procuro andar nas ruas só em época de eleições". E em sua tréplica, Paulinho reafirma seu questionamento dizendo que Russomanno votou a favor do fator previdenciário "que retira 40% das aposentadorias". E Celso em sua resposta veio com seu bordão: "gostaria muito de discutir os problemas de São Paulo".
Mudando de candidatos, quem faz sua pergunta é Carlos Giannazi (PSOL), para Fernando Haddad (PT), questionando o porquê do candidato petista criticar e atacar a campanha de Russomano. Haddad responde dizendo que "O mínimo que se exige de um candidato é que apresente um plano de governo".
Serra e Gabriel Chalita (PMDB) começam um debate intímo sobre quem faltou mais à câmara. E mais, Chalita ataca o governo de Kassab e diz que prefeitura tem "mais de R$ 8 bilhões", e que esta é uma "gestão boa de propaganda, mas ruim de execução".
Soninha (PPS) fala de sua proposta sobre revitalização do centro de São Paulo, afirmando que aquele é um lugar onde é importante que haja moradia.
Levy Fidelix (PRTB) aparece e questiona Russomano sobre mobilidade urbana e este responde dizendo que pretende "descentralizar a cidade". Levy diz que "mobilidade também é trânsito" e defende levar para a periferia a Ceagesp e a rodoviária do Tietê.
E assim segue o debate, com muita propaganda, e onde Serra foi feito de alvo por Chalita e Haddad e somente depois Russomano entrou no jogo.
É incrível e visível como todos os candidatos se sentem limitados por alguma coisa. Ainda mais depois da pesquisa que foi divulgada no mesmo dia do debate, 24, na qual Serra e Haddad não estão mais empatados e há cada vez mais disputa para ver quem consegue mais aliados, como de Levy, Soninha e Giannazi, que se mostram fora da disputa do segundo turno, como exemplifica info abaixo:
fonte: jornal metro
Há muita rivalidade para ver quem faz mais propaganda e ganha esta corrida, por isso devemos tomar muito cuidado e como RPs, pensar em um bem geral, não somente votar em quem vem com uma proposta que seria boa para um bem individual.
Vamos ficar de olho!
http://eleicoes.uol.com.br/2012/ao-vivo/2012/09/24/debate-tv-gazeta-faz-debate-com-candidatos-a-prefeito-de-sao-paulo.htm
http://noticias.r7.com/eleicoes-2012/noticias/quarto-debate-entre-candidatos-a-prefeito-comeca-quente-em-sao-paulo/
http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2012/sp/sao-paulo/noticias/0,,OI6179116-EI20654,00-Debate+confira+frases+marcantes+dos+candidatos+de+SP.html#tphotos


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