Podemos observar, principalmente durante as eleições, que ainda países na America do Sul vivem uma febre de autoritarismo e tiranismo perpetuando o poder através do governo. São poucos os países que possuem uma democracia satisfatória. Nos países em que notamos contraposição, ocorrem diferentes tentativas de intervencionismo em alguns veículos de comunicação, algum tipo de controle sobre os mesmos, privilégios de grupos em detrimento dos demais cidadãos.
Todos esses fatos ocorrem, na maioria das vezes, sem a reação do povo e dos poderes responsáveis pela manutenção da legalidade, ameaçando a democracia e a liberdade de expressão.
Essas ameaças, por sua vez, também afetam diretamente a profissão de Relações Públicas. Acabando com a liberdade de pensar, informar e se comunicar, sofrendo restrições e limitações que interferem na atividade. Segundo João Alberto Ianhez, "Se desaparecer a democracia as Relações Públicas a seguirá e desaparecerá”.
Por essa razão, foi criado o código de ética do profissional de Relações-Públicas, que, entre outras coisas, defende a livre manifestação de pensamento, a democratização e a popularização das informações.
Isso nos mostra a importância da democracia não só para eleger representantes legais, mas para expressar nossas opiniões e interesses de forma homogênea. A liberdade tem que ser alcançada por todos.

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